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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Você sabe o que é "kabuletê"?


"Kabuletê" é esse instrumento com um pequeno tamborzinho de duas faces ligado a um cabo cilíndrico. Ele tem duas bolinhas, ou sementes, presas por fios, que percutem quando giramos o cabo entre as mãos.

O "kabuletê" da imagem acima foi uma das propostas da Oficina do pessoal da Yoyo, onde também se podia aprender a fazer reco-recos, a trombeta ou vuvuzela da foto, feita de conduíte e garrafa PET, e outros instrumentos que caíram no gosto das crianças.

A oficina fez parte do III Festival Praça da Nascente, que aconteceu domingo, dia 9 de fevereiro, ali pertinho da Avenida Pompeia (São Paulo) e foi promovida pelo coletivo "Ocupe & Abrace".

A ideia é ocupar a praça com música, arte, cultura, criando bons hábitos e cuidando do espaço com o carinho que ele merece.

De fato, as praças são públicas e poderiam ser ocupadas com objetos e ações que expressem nossos melhores anseios para nossas crianças e nossa sociedade. Afinal, quem quer colher frutos de um planeta mais feliz e humanizado, precisa plantar as sementes desses frutos...

Houve também oficina de mandalas, feitas com linhas e papelão reciclado, com o Café Atelier Fazendo Arte.

O Raul e a Gabriela levaram seu projeto "Rodas de Leitura", onde quem quiser pode se deliciar com o universo dos livros infantis... Teve piquenique comunitário, muita música, comida vegetariana, enfim, um ambiente para conhecer pessoas, curtir amigos, aprender e ter contato com a arte.

O coletivo "Ocupe & Abrace" mantém no local uma horta, de que eles cuidam semanalmente, aos domingos.



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Educação Ambiental: Cuidando da teia da vida


Por Rita Foelker

Utilizar a reciclagem de várias maneiras, no ensino infantil e fundamental, é mais que desenvolver a criatividade.

É desenvolver uma consciência a respeito de nosso papel no mundo, colaborando para diminuir o lixo e estimulando a encontrar soluções melhores para reuso e reciclagem de embalagens e outros objetos que facilmente se transformam em resíduos.

Somos a única espécie no planeta que produz lixo. E o fazemos em escala incontrolável, o que somente pode parar com nossas atitudes simples e cotidianas, associadas à iniciativa privada e aos governos.

A escola é um espaço social importante para a socialização e a aquisição de valores e hábitos, refletindo e agindo segundo o conceito de que todos somos o meio ambiente...

No Brasil, a Lei nº 9.795, de 27/04/99 institui a Política Nacional de Educação Ambiental, que deve estar presente em todos os currículos de escolas públicas e particulares, da educação básica à superior, passando pelo ensino profissionalizante, educação especial e educação para jovens e adultos (EJA).

Nem sempre é fácil concretizar essa proposta, nas escolas. No ensino público, ocorre falta de material didático e de capacitação dos professores, o que faz com que a educação ambiental seja muitas vezes trabalhada de modo fragmentado e isolado. A falta de incentivo ao professor, que recebe baixos salários e não encontra na escola as condições para realizar o trabalho, segundo artigo publicado no site Ambiente Jurídico, é a principal dificuldade encontrada nas escolas.

A educação ambiental, contudo, visa especialmente à formação de novos hábitos e muitos deles podem ser vivenciados dentro da própria escola, por todos que compartilham o ambiente escolar.

Podem ser implantadas medidas permanentes, como separação do lixo entre o que é e o que não é reciclável, o reaproveitamento da água e até o uso de outros materiais, como revistas e sobras de papel, nas atividades propostas, com destaque para seu objetivo de promover a sustentabilidade. O contato mais direto com as plantas, cuidados com jardim ou horta, são outras possibilidades de chamar atenção para a beleza do verde e a necessidade da sua preservação.

Podem ser organizadas semanas e ações com atividades relacionadas à sustentabilidade, reciclagem e meio ambiente, incluindo exposições e jogos educativos, ou até eventos de organização mais complexa, se possível, como palestras, teatro e passeios.

Os Ministérios do Meio Ambiente e da Educação disponibilizaram um material "Passo a Passo para a Conferência de Meio Ambiente na Escola + Educomunicação" com vistas à IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, mas que traz considerações interessantes, no item 1.3, para o desenvolvimento de atividades na escola, transformando-a num "espaço educador sustentável", onde as pessoas cuidam das relações que estabelecem uns com os outros, com a natureza e o ambiente". Você pode baixar clicando aqui.

Se você é um educador interessado em cuidar da teia da vida, independente dos desafios e dificuldades que encontra para desenvolver a Educação Ambiental na escola, vale a pena dar uma olhada...

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Torne a vida mais colorida!!!


Que tal tornar a vida mais divertida, criativa e colorida? 
A ideia vem do blog Gente Miúda e transformou tampinhas de garrafas PET em bichinhos adoráveis, que podem virar enfeites, imãs de geladeira e lembrancinhas muito bacanas!

domingo, 25 de março de 2012

Plantar, cuidar, reutilizar!


Estufa de Ilona Bryan

Temos visto pela internet fotos de hortas verticais, plantadas em garrafas PET usadas de várias maneiras. Amo Muito Meu Planeta! mostrou um projeto, tempos atrás.
Mas os amantes de flores e plantinhas podem ir além: é possível construir estufas para plantas utilizando o mesmo material. Apresentamos algumas delas, desenvolvidas em várias partes do mundo.
A foto acima mostra a solução de Ilona Bryan, artista residente na Inglaterra, disponível no Flickr.
Simplicidade e tamanho suficientes para cultivar suas plantas.

Já a segunda solução chega de Ohio, EUA, pelo site Inspiration Green.
Mas no Brasil esta ideia já começou a funcionar.  Alunos da EEEF Valdemar Zanatta, em Passo Fundo/RS, utilizaram garrafas como cobertura da horta da escola. Leia mais no blog EcoPlanet.

Trabalho de alunos de Passo Fundo/RS.
Agora que você já viu algumas possibilidades, que tal planejar sua estufa de acordo com o seu espaço e necessidade?

sábado, 31 de dezembro de 2011

A casa sustentável


A esta altura da História, já deveria estar claro na mente das pessoas que nosso planeta é a nossa Casa. Que ele nos oferece proteção e alimento e que dependemos dele pra sobreviver como espécie.
Mas talvez não seja tão fácil pensar numa casa tão grande e com tão diversificados habitantes. Então, podemos fazer um exercício, pensando em comunidades menores e em como podemos constituí-las de maneira sustentável. Um projeto desse tipo se chama Casa dos Hólons e se situa no bairro do Campo Belo, em São Paulo/SP.
Hólon é um conceito criado pelo filósofo e jornalista Arthur Koestler para falar de um sistema completo, em si mesmo, mas que é parte de um outro sistema maior que o integra como uma de suas partes. É fácil entender isso em termos de organização social: uma empresa, um clube ou, mesmo, uma cidade são sistemas estáveis, mas estão integrados a sistemas maiores cujas ordens devem seguir, ao mesmo tempo em que lhe prestam contas.
Esta visão sistêmica embasa os projetos da Casa dos Hólons. Prática e oficinas de permacultura, reciclagem e reutilização de materiais são apresentados como formas viáveis de construir um estilo de vida que não vai pesar na ecobalança do nosso planeta.
Você pode saber mais visitando o site da Casa dos Hólons, onde se obtém informações sobre as visitas ecopedagógicas. Programa pra 2012!!

Foto: Bio-oficina promovida. Fonte: Site da Casa dos Hólons.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Natal: decoração e consciência ambiental

A Creche Escola Ana Paiva fica em São Vicente/SP, um lugar colorido, alegre, cuidado com muito carinho.
Lá, hoje, a diretora é a filha da dona Ana Paiva, a minha amiga Ana Lúcia Caetano, que me mandou a foto das maçãs feitas pelos alunos encaixando fundos de garrafa PET pintados de vermelho. São fáceis de fazer, entretêm as crianças, estimulam a consciência ambiental. E ainda dá tempo de fazer para enfeitar a mesa de amanhã!!
Eu sugiro pintar por dentro.
Os talinhos podem ser feitos de galhos finos de árvore: fure um dos fundos com um arame ou prego aquecido (esta missão é reservada aos adultos), conforme a grossura do galho, para ficar justo.
As folhas são de PET verde, mas se estiver em falta, podem ser feitas de papel verde. Sugiro fazer um prolongamento na parte inferior da folha e enrolar no galhinho, passando a folha e o galho por dentro do orifício.
Não sabe como ocupar seus pequenos em férias, excitados com o clima de festa? Então: uma boa ideia é trazê-los para participar!

sábado, 5 de novembro de 2011

A criança e o meio ambiente no contexto da escola




A proposta da educação ambiental precisa ir além dos conteúdos cognitivos trabalhados em sala de aula, além dos próprios jogos e atividades nela desenvolvidos.
De fato, o ambiente é antes de mais nada o ambiente onde a gente está, e a consciência ambiental passa pela percepção das condições do entorno: seja ele urbano ou rural.
Compreender as características do lugar onde vivemos, quais são os seus problemas e suas causas, compreender a responsabilidade de cada um pela constituição do ambiente em que vivemos faz parte de um aprendizado que vai além das figuras, dos jogos e dos vídeos, porque está relacionado á experiência sensorial.
O contato com a própria Natureza também é um importante estímulo ao desenvolvimento cognitivo e psicossocial, e permite discutir suas implicações éticas e sociais de nossas ações.
Um estudo da relação entre a criança e a Natureza foi feito por Leonor Toledo em sua dissertação de mestrado intitulada Relações e concepções de crianças com/sobre a Natureza: um estudo em uma escola municipal (PDF aqui). Leonor também foi entrevistada para o programa Globo Universidade, transmitido em 05/11/2011.
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Sobre a imagem: Esta peça foi confeccionada por uma artista chamada Miriam e fotografada em Bertioga. O email e o telefone escritos nela, pelo que pudemos verificar, não lhe pertencem mais. Se alguém conhece a Miriam que confeccionou esta linda obra de arte usando como base garrafas PET, eu gostaria de obter seu novo contato. E agradeço desde já.


sábado, 8 de outubro de 2011

Reciclar é "pobre" ou "cult"?


Tudo depende de como você vê as coisas é o título de um livro delicioso de Norton Juster, pela Cia. Das Letras.
Quando a gente fala em reciclagem e em reutilização de materiais, podemos ver isso de muitas maneiras. E dependendo de como vemos, vamos fazer participar de nossas vidas de uma maneira diferente.
Estou aqui olhando para esta imagem da turma do Manda-Chuva (fez parte da minha infância), onde eles certamente reciclavam baldes, sapatos velhos e até espinhas de peixe por serem "pobres". Naquele tempo, ninguém pensava em sustentabilidade e em reciclagem como uma atitude em favor do planeta. Lixo era só lixo, algo pra se pôr na rua certa hora do dia.
Mas não dá pra deixar de ver que eles estão fazendo música, parecem alegres e envolvidos com aquela atividade e que o fato de tocarem funis e raquetes de tênis é o menos importante.
A gente também pode sair do universo dos gatos "sem-teto" e adentrar o universo da cultura, da música de Hermeto Pascoal, por exemplo, que há muito tempo já tirava sons de chaleiras e brinquedos. Todo mundo achava "cult", porque era música experimental.
Bem, nós não fomos educados para a sustentabilidade, mas nossas crianças precisam ser. E uma das melhores maneira é tornar a reciclagem uma parte integrante de suas vidas.
Mas para o(a) professor(a) fazer isso, precisa saber primeiro, em si mesmo(a): como ele(ela) vê a reciclagem? Ela faz parte da sua própria vida?
É uma autoanálise importante que, talvez, leve a uma reciclagem de conceitos e a uma descoberta de estratégias e caminhos para a educação ambiental, dentro da própria rotina escolar!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Jogo educativo: ensinando matemática e sustentabilidade




Piaget afirmou e a experiência mostra que a criança aprende interagindo com o conhecimento.
Nesse espírito, surgiram muitos jogos educativos. Dentre eles, há alguns que abordam a classificação e seriação, importantíssimos na formação dos conceitos matemáticos.
Classificar é agrupar objetos considerando as suas semelhanças. Seriar é criar uma ordem baseada nas diferenças entre os objetos.
Isso geralmente é feito por meio de características visuais ou táteis, mas pode-se considerar quaisquer qualidades sensíveis, como sons e sabores, para criar os jogos.
A maioria dos jogos que encontramos na internet explora características visuais.
O jogo das garrafinhas PET que propomos aqui tem a vantagem de introduzir novas qualidades: além de cor e forma das garrafas, cores das tampas e tamanho, encontramos as ideias de cheio e vazio. Mas não é só isso. Há também as garrafas barulhentas e as silenciosas, graças a bolinhas de gude ocultas em duas das três garrafas cheias (veja o detalhe na imagem abaixo).
É tão fácil de fazer, que nem precisa de passo a passo. Foram usadas 6 garrafas PET de 600 ml, com variedade de cor, forma e cor de tampa. E todo o material, inclusive as tiras de papel, que são sobras de outros trabalhos, foi reciclado.
Dica importante: fixe as tampas com cola quente, evitando que as crianças abram e retirem o conteúdo - especialmente as bolinhas!!
Para ser usado no ensino infantil ou nos primeiros anos do fundamental.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Reciclando a cena!




O grupo músico-teatral Último Tipo apresenta no final do mês de junho o espetáculo "Outra Festa no Céu", dentro do projeto Reciclando a Cena. Serão apresentações gratuitas em 16 escolas públicas (desta vez, em Pederneiras/SP).
Mas o grupo viaja e espalha seu trabalho em diversas regiões do Brasil. O Último Tipo produz todos os seus figurinos e cenários com materiais recicláveis e a temática do meio ambiente é uma constante em suas produções.
Uma excelente ideia para quem está fazendo teatro na escola ou na comunidade!




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Imagens de Direção Cultura.

domingo, 9 de maio de 2010

Animação ajuda a refletir sobre a interferência do homem no ambiente



Helene Giraud e Thomas Szabo criaram esta animação com o título Narciso, o personagem da mitologia grega fascinado pela própria imagem. Ela faz parte de uma série chamada "Minuscule", que traz como personagens insetos e aracnídeos. Você pode saber mais sobre eles no site oficial, com versões em inglês e francês.

Narciso narra as peripécias de um besouro que encontrou um espelho em seu caminho, e o espelho causou mudanças profundas em sua vida. O conteúdo é bastante rico, podendo também levar a observações importantes sobre nossos hábitos e comportamento. Mas trata-se igualmente de pensar sobre como nossa presença humana interfere no ambiente, como ela afeta a vida animal. Possíveis questões para abordar com os alunos:

  1. Essa interferência é neutra, positiva ou negativa? Por quê?
  2. Podemos dar exemplos de outras situações, só que da vida real, em que essa interferência acontece?
  3. Podemos fazer algo para que nossa presença no planeta não seja prejudicial aos seres vivos que aqui vivem junto conosco?

Sugestão ao professor: Peça aos alunos para pesquisarem na internet ou biblioteca: Quem é Narciso, na mitologia grega? Qual o significado do mito de Narciso que podemos trazer para os dias atuais?

Idade sugerida: a partir de 9 anos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Mensageiro dos ventos




Arte? Experimento científico? Incentivo às práticas de reciclagem?

Os três objetivos aparecem conjugados nessa proposta para construção em sala de aula.

É um mensageiro dos ventos basicamente feito de PET, tampa de plástico e caixas de creme dental. Além de ser um objeto decorativo e de contribuir para a formação da consciência ambiental, o professor ainda pode promover a observação dos efeitos sonoros e da ação do ar.

Materiais:

  • Um topo com tampa de garrafa PET

  • Uma tampa e um anel plástico de refrigerante

  • Uma tampa plástica de pote de requeijão

  • 5 caixas de creme dental cortadas nas seguintes medidas: 20 cm, 17,5 cm, 15 cm, 12,5 cm e 10 cm de comprimento

  • Argila ou massa de modelar

  • 1 metro de fio encerado (adquirido em armarinhos ou casas de produtos para bijuterias)

  • Arame para furar e fonte de calor

  • Furador de papéis

  • Guache ou tinta para artesanato e pincéis

Como fazer:


  • Abra a parte superior das caixinhas cuidadosamente, para não rasgar, e perfure no centro das abas maiores, retirando as menores.

  • Pinte as caixinhas de forma decorativa, à sua escolha.

  • No topo da garrafa, faça o acabamento a quente (o que deve ser feito por um adulto) e depois perfure cinco vezes perto da borda, mantendo aproximadamente a mesma distância entre os furos. Fure a tampa de modo que o fio encerado possa passar por ela.

  • Fure também a outra tampa de refrigerante, bem no centro. Fure a de requeijão próximo à beirada.

  • Corte pequenos pedaços do fio encerado e prenda as caixinhas no topo de garrafa. Você pode esconder os nózinhos na parte inferior.

  • Pegue o fio que sobrou e amarre primeiro na tampa de requeijão. Depois passe na tampa avulsa, deixando uns 15 cm de distância entre ambas. Dê vários nós.

  • Meça 18 a 20 cm de fio acima da tampinha que acabou de prender, dê vários nós e introduza o fio pelo furo da tampa presa ao topo da garrafa. Antes de dar os nós, verifique se a distância permite que a tampa alcance todas as caixinhas.

  • Pegue um pouco de argila e coloque dentro da tampinha no centro do fio.

  • Depois, é só amarrar na outra extremidade o anel plástico e o mensageiro dos ventos está pronto!

Decore com motivos de sua preferência.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Capitão Papapilhas, defensor do meio ambiente




As pilhas fazem nossos controles remotos e lanternas funcionarem, mas um dia sua carga acaba e é preciso substituí-las. Embora já se tenha as recarregáveis, pilhas descartáveis se tornaram um grande problema para o meio ambiente, pois trazem em sua composição metais pesados como o zinco, mercúrio e chumbo, que podem causar prejuízos à saúde dos seres humanos e dos animais.
Não se pode jogá-las no lixo comum, ou simplesmente largá-las por aí, num parque ou praça.
Se vão parar em lixões e aterros sanitários, elas vazam substâncias nocivas que podem contaminar o solo, os rios e os alimentos.
Pilhas usadas, hoje em dia, podem ser recicladas. Mas para isso, é preciso depositá-las no lugar certo. O Banco Real, por exemplo, disponibiliza coletores de pilhas e baterias em suas agências.
Bom, se você está pensando no que fazer com as pilhas velhas, veja essa ideia, que também visa educar as crianças para o hábito da reciclagem: é o Capitão Papapilhas, defensor do meio ambiente, um recipiente especialmente destinado a acondicionar esse lixo perigoso enquanto ele não vai para os coletores apropriados.
Você vai precisar de:
  • 1 garrafa PET lisa
  • Tesoura
  • Caneta hidrocor, pincéis e tinta para artesanato


Recorte a garrafa, separando a parte inferior e superior. Encaixe a parte superior por dentro da inferior.
Faça o desenho do Capitão Papapilhas pelo lado de fora, usando a caneta hidrocor. Depois, pinte pelo lado de dentro, usando a tinta e os pincéis. (Clique na imagem ao lado, que mostra como fica a parte interna.)
Pronto, agora é só começar a usar! Coloque as pilhas pela boca do Papapilhas e, quando for tirar o conteúdo, é só abrir pela parte de baixo.

Leia mais sobre os perigos associados ao descarte indevido de pilhas e baterias no portal Ambientebrasil.